PEDERASTA

A Língua Portuguesa é riquíssima. Dificílima (condoo-me com os forasteiros que se aventuram a aprendê-la), mas ainda assim riquíssima. Rápida pesquisa no Google sobre quantas palavras existem na Língua Portuguesa dá respostas divergentes, a depender do dicionário pesquisado: 306.949 verbetes, 208.104 entradas lexicais, 211.732 vocábulos,…. Seja qual for o número, fato é que é grande.Continuar lendo “PEDERASTA”

CRONICLÉR

Brasileiro adora estrangeirismo. Os cartórios estão repletos de certidões de nascimento com o registro da infindável criatividade nacional, que muitas vezes não se atenta aos perigos da sonoridade do nome escolhido. Li em um artigo alguns exemplos, retirados inclusive da jurisprudência dos Tribunais, como Kumio Tanaka e Sum Tin An. Outras histórias não sei informarContinuar lendo “CRONICLÉR”

VOCÊ TORCE PELO BANDIDO?

Eu sim. E tenho (quase) certeza que você também. Quer ver? Eu era uma alienada sobre qualquer coisa que se referisse à saga Guerra nas Estrelas (Star Wars). Eu até sabia que Darth Vader era do mal, mas meu conhecimento parava por aí, até que um dia resolvemos, meu marido e eu, encarar uma maratonaContinuar lendo “VOCÊ TORCE PELO BANDIDO?”

Coincidências – Nasce “CONCHINHAS”

Conheço uma pessoa que acha que tudo o que acontece é coincidência. Se alguém sugere algo, “coincidentemente” ele já teve aquela mesma ideia (antes, é claro!). Se alguém liga para ele, coincidentemente ele pensou naquela pessoa alguns dias atrás. Suas narrativas e alegações são cheias de “coincidências”. Eu sempre me irritei com isso. Mas sabeContinuar lendo “Coincidências – Nasce “CONCHINHAS””

ONTEM EU ESTAVA SEM CHÃO; HOJE EU TENHO UM CASTELO

Sou brasileira. Sou curitibana. Fui jornalista e sou advogada. Sou leitora voraz. Sou escritora apaixonada. Imatura e despreparada para escolher uma profissão aos 17 anos de idade – como costuma acontecer com todo jovem em idade de prestar vestibular – , eu quis ser jornalista. Formei-me pela PUC-PR e fiz alguns estágios em jornais, noContinuar lendo “ONTEM EU ESTAVA SEM CHÃO; HOJE EU TENHO UM CASTELO”